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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Humanidade

Eu estive procurando em espaços vazios
Por coisas sem sentido, ainda assim
Acreditei estar no caminho para algum lugar válido
Mas acho que não existe o que nos guie
Através do labirinto de nossas almas

Eu também procurei
Em locais improváveis
Corações infrutíferos
Mentes não adaptadas
De tanto preto no branco, o colorido se tornou anormal.
De tanta formalidade, se rebelar se tornou natural.
Não mais poetas na minha geração
Não mais heróis pra minha prole.

Apenas apatia
Complexidade na praticidade
E o humano pagando com a vida pra virar robô

É simplesmente complicado não tomar nosso presente como fátuo, onde conformados, seguimos a procissão da vida, com uma vela na mão que não ilumina nem meio metro a nossa frente, incapazes de darmos um passo pra lado, acendermos um lanterna e buscarmos uma nova diretriz.

Nascer, crescer, reproduzir e morrer.

Num dia futurístico cortaremos duas palavras dessa regra.
Você sabe dizer quais são?

Um comentário:

  1. muito interessante o teu blog^^
    Adorei Bruna!

    Espero ver tua visita lá no meu^^


    bjs

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