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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Música

Eu poderia dizer, sem sombra de dúvidas, que a música exerce sobre nós, um efeito curioso.
Claro que, diferente para cada um.
Violinos e flautas me emocionam.
Guitarras e baterias me animam.
Piano me deprime.
Vendo o filme Encontro Marcado, notei uma leve melodia no fundo. Procurei no DreMule e achei a bendita...
Toda vez que a ouço sinto todos os nervos de meu corpo responderem à ela de um jeito magnânimo.
Confirmo que é umas das coisas mais belas que já ouvi, e junto com Lacrimosa, de Mozart, em minha lista de reprodução, quase me fazem chorar enquanto caminho para o trabalho com o ipod no ouvido.
Adoro qualquer coisa sobre música. A batida do funk, a maleabilidade do pop, a força do rock... Mas nada me deixa mais atraída do que o sentimento do clássico, ou de qualquer instrumental com uma bela orquestra.
Mais do que falar pela letra da música, é você falar pela música. O som, a melodia. O toque macio e doloroso que muitas vezes nos causa.
Tenho sempre trilhas sonoras e músicas temas para meus personagens. Que me inspiram à eles, e que trazem a tona palavras especiais, entonações, cenas.
Mas acima de tudo, quando falo de música, falo de sentimento.
Não há música sem sentimento.
Como meu vampiro favorito diz: "Os verdadeiros compositores são aqueles que depositam a alma em cada nota de cada sinfonia... E por isso, acabam perdendo-a mais rápido. Mas, mesmo assim, são lembrados, por que suas almas vivem através de sua música."

E um dia eu quero viver apenas através dos meus personagens, e quem sabe aí lembrem de mim como aquela qual a alma viveu para sempre, guardada no melhor recanto de todos... Suas palavras.

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